Obrigada, meu amor




isto são momentos que guardo junto dos meus outros momentos. na memória, no coração, fotografados (ou tantas vezes não). 

e sobre os momentos, tantos há que se perdem quando nos deixamos engasgar pelas nossas (tantas) melancolias, insatisfações e planos - já deste conta do tempo que perdemos a fazer planos enquanto a vida nos acontece, tanto e tantas vezes, para lá deles?
muda-nos, recria-nos, sussurra-nos mil e uma coisas que (não raras vezes) teimamos em não querer ouvir. é essa a sua grande diatribe, a de nos trocar as voltas quando nos arrogamos proprietários dela.

Ontem dizia-te que tenho sorte, tenho estrelas (assim como imensas pedras, é verdade) mas tenho estrelas, tenho doses generosas de felicidade diária, tenho-te a ti e tantas (se calhar poucas, mas tantas) outras pessoas que me fazem bem. 

e tenho-te a ti. que sorte eu tenho. e tu dizias-me 

 the show must go on! e tu sabes disso melhor do que ninguém, de tantas vezes na vida que tiveste de continuar a ser bailarina sorridente do trapézio depois de se partirem todas as cordas do circo.

e eu amei-te ainda mais por me saberes dizer coisas bonitas e por me ajudares a levantar do chão quando me deixo cair de joelhos esfolados. 

és um milagre de luz 

e tão bonita e tão cheia de mil coisas simples e complexas, tão cheia de riso e lágrimas, tão cheia de amor que não há como não te retribuir em dobro e é tão bom que este milagre que és tu faça parte da minha vida. 

és uma das minhas doses generosas de felicidade diária. uma promessa que se cumpre, a da amizade sem fim. a que nos impede (li algures) de nos rendermos à tentação de fazer listas de coitados de nós


obrigada, meu amor, por (também) seres minha.

adoro-te.


* no meco, com uma pessoa minha, de 21 de abril de 2017 a 25 de abril de 2017.

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